Guedes, PhillipeSilva, Iane Lessa da2022-07-052022-07-052022-06-29https://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/24265No início de 2020 tivemos uma mudança radical em todos os sentidos, pois tivemos o aparecimento do vírus SARS-CoV2, mais conhecido como Covid-19 Começou a contaminação em massa no Brasil em meados de março, tendo como medidas protetivas o uso de álcool em gel, máscaras e distanciamento social. Porém, quando a situação estava crítica e o lockdown foi anunciado, todos ficamos em casa por pelo menos 1 semana, dependendo da cidade e estado. Um dos primeiros lugares a fechar foram as escolas e iniciou-se o Ensino Remoto Emergencial (ERE) para que nenhum dos discentes perdessem o ano. Pensando nisso, o objetivo geral desse estudo é: analisar como os alunos com TEA estão sendo incluídos no Ensino Remoto Emergencial. Sendo uma pesquisa de carater bibliográfico, onde foram encontrados poucos artigos com foco na Educação Física, porém analisamos de outras disciplinas, conseguindo assim desenvolver o estudo. Com isso a pesquisa conclui que o Ensino Remoto não é o mais adequado para esses alunos, pois houve um atraso no seu desenvolvimento e a inclusão desses alunos se tornou ainda mais difícil, no qual estava avançando no Ensino Presencial.23ptAtribuição-SemDerivados 3.0 BrasilAtribuição-SemDerivados 3.0 BrasilAutismoInclusão EscolarEnsino RemotoInclusão de alunos com transtorno do espectro do autismo (TEA) na educação física no ensino remoto emergencialInclusion of students with autism spectrum disorders (asd) in physical education in emergency remote educationArtigo Científico