Afetos e docências: saúde mental de professoras de escolas Públicas e suas possibilidades de (re)existir.

dc.contributor.advisorBotega, Gisely Pereira
dc.contributor.authorZanella, Caroline Carla Cenci
dc.coverage.spatialPalhoça/SCpt_BR
dc.date.accessioned2020-12-13T22:59:46Z
dc.date.accessioned2021-08-04T18:42:38Z
dc.date.available2020-12-13T22:59:46Z
dc.date.available2021-08-04T18:42:38Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.description.abstractNeste estudo buscamos conhecer os processos de resistências produzidas por professoras de escolas públicas, tendo em vista a promoção do cuidado em saúde mental. Para isso, apresentamos as análises de uma pesquisa qualitativa, da qual participaram três professoras que atuam no ensino fundamental I, de escolas públicas localizadas na Grande Florianópolis/SC. Realizamos entrevistas semiestruturadas, sendo que as narrativas foram analisadas a partir da “análise de práticas discursivas e de produção de sentidos” da Spink (2013). Foram organizados dois eixos de análises: o primeiro titulado como “Sentidos atribuídos a saúde mental por professoras”, e o segundo, “Eros pedagógicos e os processos de Resistências”. Como principais resultados abordados no primeiro eixo, destaca-se a compreensão da saúde mental pela via do paradigma biopsicossocial, sendo que através do estudo, observou-se que os aspectos macro e micropolíticos tem afetado de modo preocupante no que tange a saúde mental da docência, revelando a desvalorização política/social da profissão. No segundo eixo de análise, observou-se que apesar dos desafios relacionados à prática docente, ainda assim, as professoras procuram formas para manterem-se resistentes no exercício da profissão, sendo que o eros-pedagógicos possibilita o viver bons encontros, aumentando a potência de ação e de possibilidades no cotidiano escolar. Além disso, as professoras também criaram algumas estratégias para preservação e promoção da saúde mental, tendo em vista o autocuidado e articulando também com suas redes de convivência. No que se refere a rede atenção psicossocial, o acesso acaba restringindo-se ao uso de medicação, muitas vezes, revelando a falta de acessibilidade e/ou conhecimento de serviços alternativos, que possibilitem o cuidado de modo integral, dentro do paradigma biopsicossocial.pt_BR
dc.format.extent23 f.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/16640
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectAfetospt_BR
dc.subjectDocênciapt_BR
dc.subjectResistênciaspt_BR
dc.titleAfetos e docências: saúde mental de professoras de escolas Públicas e suas possibilidades de (re)existir.pt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
local.author.cursoPsicologiapt_BR
local.author.unidadeUNISUL / Pedra Brancapt_BR
local.rights.policyAcesso fechadopt_BR
local.subject.areaCiências Humanaspt_BR
local.subject.areaanimaCiências Humanaspt_BR

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