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Título: O impacto da pandemia de Covid 19 na saúde mental das equipes de enfermagem no Brasil e as estratégias de enfrentamento frente a este desafio
Autor(es): Oliveira, Olga Cristina de
Soares Junior, Pedro Rodrigues
Orientador: Silva, Paula Adriana de Freitas
Tipo de material: Artigo Científico
Data: 8-Jul-2021
Palavras-chave: Infecções por Covid 19
Saúde mental
Impacto
Equipe de enfermagem
Enfrentamento
Modalidade de acesso: Acesso aberto
Resumo: OBJETIVO: Analisar sob a luz da produção científica o impacto da pandemia de COVID-19 na saúde mental das equipes de enfermagem no Brasil e quais as estratégias de enfrentamento frente a esse desafio. MÉTODO: trata-se de uma revisão integrativa sobre os conteúdos técnico-científicos, publicados no Brasil sobre as equipes de enfermagem no âmbito da pandemia de COVID-19. Foram selecionados na amostra final 08 artigos cuja busca foi realizada na base de dados Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Sistema Online de Busca e análise de Literatura Médica (MEDLINE), através da Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Scielo, no período de agosto 2020 a maio de 2021. A escolha dos descritores utilizados nesta revisão foi feita mediante consulta ao Descritores em Ciências da Saúde (DECS), sendo estes: Infecções por COVID-19 / saúde mental / impacto / equipe de enfermagem / enfrentamento, e, após a análise descritiva dos resultados, foram elaboradas quatro categorias analíticas. RESULTADOS: A pandemia de COVID-19 colocou em evidência os reflexos da situação precária na área de saúde, destacando como principais agravos à saúde mental: depressão, ansiedade, insônia, angústia, estresse, fadiga, tristeza, alterações no apetite e no sono, culpa, vulnerabilidade, irritabilidade, suicídio e o medo frente a uma doença desconhecida. Diante desses fatores, foram estabelecidas estratégias para o enfrentamento, tais como: telepsicoterapia cognitivo-comportamental, mobilização da população quanto às medidas de segurança, adoção das práticas integrativas complementares, redução da carga horária, comunicação efetiva, paramentação adequada e segura, uso de protocolos para o gerenciamento humanizado e participativo na assistência, atenção às necessidades básicas como alimentação, hidratação e sono regulares, evitar o consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e outras drogas, manter uma conexão com familiares e entes queridos, e, caso faça parte da rotina, manter atividades religiosas e espirituais. Sendo essas, propostas para se minimizar os problemas e contribuir com a qualidade de vida dos profissionais. CONCLUSÃO: Observou-se que na literatura há muitas propostas para o enfrentamento dos agravos, porém, existe um déficit de publicações a respeito dos resultados dessas estratégias, considerando que são fundamentais para conservar a saúde mental, pois, uma equipe de enfermagem com mais qualidade de vida reflete em uma melhoria na qualidade dos cuidados prestados.
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