A carência de doação sanguínea e baixos estoques nos bancos de sangue brasileiros durante a pandemia Sars-Cov2

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Data

2023-10-18

Tipo de documento

Artigo Científico

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Área do conhecimento

Modalidade de acesso

Acesso aberto

Editora

Autores

SANTOS, Maila
BITTENCOURT, Ana Laura
SILVA, Brenda
BRITO, Letícia
SANTOS, Sara
ALMEIDA, Laís

Orientador

DIAS , Daniel

Coorientador

SANTOS, Joyce

Resumo

A carência de doação sanguínea e baixos estoques nos bancos de sangue brasileiros durante a pandemia Sars-Cov teve como principal fator o afastamento significativo dos doadores, resultando em uma redução de até 38% no estoque de sangue seguro, conforme relatado pelo Hemorio em maio de 2020. Essa é a menor quantidade já registrada desde que o sistema DataSUS começou a compilar dados a partir de 2008. A queda foi observada em todos os 27 estados do país, com variações percentuais. Os maiores índices de redução foram registrados em Roraima (-23,96%), Mato Grosso (-21,53%) e Maranhão (-21,56%). Por outro lado, as menores variações, em torno de 2%, ocorreram no Acre, Amazonas e Goiás. O objetivo central do trabalho é abordar e analisar sobre o tema da diminuição das doações na fase da pandemia da COVID-19. A pesquisa foi realizada utilizando uma abordagem metodológica que envolveu revisão bibliográfica, levantamento de dados e informações disponíveis em relatórios de saúde pública. Visto como a carência de doação sanguínea representaram um desafio significativo para o sistema de saúde, correspondendo a uma diminuição de 8% de doações por dia com relação a 2020 e de 15,5% com relação a 2019. O trabalho propõe a análise de dados diante a situação e metodologias que possam ser eficazes para que caso haja momentos semelhantes, no futuro, tenhamos direcionamento a como prosseguir com as tratativas em banco de sangue e tipos sanguíneos.

Palavras-chave

Doação de sangue, Bancos de sangue, D-19, SARS-CoV-2

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